Rolling in the deep
Só peço a você um favor, se puder não me esqueça num canto qualquer.
Chico Buarque.   (via segredosdeumpoeta)

[…] Tomei um banho, coloquei tua camisa, deitei na cama e peguei meu celular. Coloquei meu fone de ouvido, coloquei a música, comecei a olhar nossas fotos. Foi instantâneo, automático, não tive nem escolha. A lágrima desceu. Mas não foi de tristeza, não mesmo. Foi de saudade, queria neste momento estar abraçada com você, olhando nos teus olhos e dizendo o quanto te ama. Te escrevi uma mensagem, mas ela ficou apenas no rascunho, seu celular não estava pegando o que dificultava mais ainda nossa comunicação. Naquele momento quis mais que nunca você perto, queria te abraçar e dizer que te amava demais, que não suportaria te perder. Mas como não podia, apenas agradeci à Deus por te ter, porque isso já era muito. É tão bom ter alguém que te mima, que te ama, que te cuida, que faz tudo por ti. 
Durante horas fiquei olhando nossas fotos, me lembrando do momento em que elas foram tiradas, e me lembrando dos momentos em que não houveram fotos, esses estavam ainda mais vivos em minha memória. Então, eu fechei os olhos e as lágrimas escorreram mais ainda, sorri e pedi para Deus te abençoar e não te deixar sentir dor alguma.

[…] Tomei um banho, coloquei tua camisa, deitei na cama e peguei meu celular. Coloquei meu fone de ouvido, coloquei a música, comecei a olhar nossas fotos. Foi instantâneo, automático, não tive nem escolha. A lágrima desceu. Mas não foi de tristeza, não mesmo. Foi de saudade, queria neste momento estar abraçada com você, olhando nos teus olhos e dizendo o quanto te ama. Te escrevi uma mensagem, mas ela ficou apenas no rascunho, seu celular não estava pegando o que dificultava mais ainda nossa comunicação. Naquele momento quis mais que nunca você perto, queria te abraçar e dizer que te amava demais, que não suportaria te perder. Mas como não podia, apenas agradeci à Deus por te ter, porque isso já era muito. É tão bom ter alguém que te mima, que te ama, que te cuida, que faz tudo por ti. 

Durante horas fiquei olhando nossas fotos, me lembrando do momento em que elas foram tiradas, e me lembrando dos momentos em que não houveram fotos, esses estavam ainda mais vivos em minha memória. Então, eu fechei os olhos e as lágrimas escorreram mais ainda, sorri e pedi para Deus te abençoar e não te deixar sentir dor alguma.

Eu não consigo decorar uma formula de matemática, mas em compensação eu consigo decorar mais de 400 musicas do começo ao fim, fazendo 1ª voz, 2ª voz, coro, solos de guitarra, bateria, baixo e teclado.
Minha cabeça diz que não, mas o meu coração quer você.
en-t0rpecida:

Uma menina tão simples, desejava tão pouco, só queria ser feliz com o tal príncipe encantado que ela sonhava todas as noites, achava ela aquilo um pedido tão simples de se resolver, afinal ela já havia escolhido o amado, o menino da escola, aquele do sorriso cativante e encantador. Pedia ela todas as noites para que na manhã seguinte algo acontecesse, mas o pequeno quase nunca à notava. Mesmo assim sem perder as esperanças ela todos os dias acordava sonhando cheia de esperanças com uma chance de uma possível conversa, arrumava-se, perfumava-se parecia uma devida princesa para aquele nobre dono de seu coração, mas nada. As coisas pareciam não fluir para esse romance. Um dia na volta para casa, viu ele aos beijos com uma menina mais velha. Nunca sentiu nada como aquilo, uma vontade de sumir, uma dor ao mesmo tempo, e um medo desesperador de não poder ter nenhuma chance com ele talvez. Sentia-se totalmente trocada, mas logo pensava “Mas ele se quer me conhece, me viu algumas vezes no corredor do colégio e eu sinto uma dor como se tivesse sido traída”. Sim, coitada, aquele era seu primeiro amor e como na maioria das vezes, incorrespondido. […] Ela já não sabia o que fazer,não conseguia esquecer aquela cena,não conseguia parar de pensar nele,não conseguia livrar-se da dor que havia a tomado apartir do momento em que o viu beijando outra.Tudo o que ela mais queria era esquecê-lo mas como podia fazer isto se continuaras o admirando,continuaras o querendo,amando-o.Então de noite,baixinho,debaixo das cobertas,ela chorou olhando as fotos que tinha dele em seu celular,olhando seu caderno cheio de textos pra ele,que ela nunca havia tido coragem de entregar, e ela se perguntava “Porque eu não tive coragem de falar com ele antes ? poderia ser eu no lugar dela” e essa pergunta martelava em sua cabeça,e continuou a atormentá-la por semanas.Até que um ela acordou de manhã disposta a falar com ele,disposta a se dar uma chance. Assim ela fez,ao chegar no colégio foi direto ao armário dele,porém no caminho esbarrou com um velho amigo,mas ela não ligava pra ele,ele era um puxa saco,ele perguntou pra ela se ela havia visto o bilhete que ele havia deixado, e ela querendo livrar-se dele,disse que não,nem perguntou do que se tratava,ela saiu rápido pra conseguir pegar o garoto de seus sonhos antes que começasse a aula.Ela falou com ele, e entregou-lhe seus textos,e pediu para que ele os lê-se com carinho,e ele com uma cara meio que zombando dela disse que sim.Naquele dia ela voltou pra casa com um sorriso de orelha a orelha,quase saltitando de tanta felicidade,ela achava que tinha conseguido conquistá-lo,e que eles ficariam juntos.Quando ela chegou em casa sua mãe lhe entregou uma carta,e ela subiu para o seu quarto pra abri-la.Sentada em sua cama ela começou a ler a carta,e já no meio começou a chorar,a carta era daquele menino que havia a parado no corredor e dizia mais ou menos assim “Sabe eu fico te olhando todas as aulas que nós temos juntos,toda vez que você passa eu acho que você vai falar comigo, mas você nem me nota.Sou apaixonado por você desde a quinta série,e você se lembra aquele dia que você voltou chorando pra casa ? eu fiquei tão angustiado,não sabia o que você tinha,mas minha vontade era de te abraçar,te cuidar.Daquele dia em diante resolvi falar com você,te conhecer melhor,fiquei criando coragem por semanas,mas eu não sabia como explicar o que eu sinto por você,eu ao menos falei com você e já te amo tanto,então resolvi escrever essa carta, essa é minha ultima tentativa,se você quiser me conhecer apareça amanha 12:00 enfrente ao portão principal, do garoto que te ama mais que tudo.”  Ela não sabia o que fazer,ela nunca havia pensado em algo sério com aquele menino,mas também nunca havia tido nenhum demonstração de carinho e amor, ela não sabia se iria encontrá-lo no portão,passou a noite inteira pensando e resolveu não ir. […] Quando chegou na escola no outro dia de manha, seu “príncipe encantado” estava a esperando, e ele deu um fora nela, na frente de todos,e então ela foi para o banheiro chorar e permaneceu ali até a aula acabar. Quando deu 12:00 deu o toque de encerramento,e ela saiu,com os olhos inchados do banheiro, e quando ela passou pelo portão, o garota da carta estava lá,a esperando, ele abriu um sorriso enorme e ela olhou pra baixo,não queria vê-lo,mas ele se aproximou dela,e deu um oi bem singelo, e ela correspondeu com um sorriso meio torto,e eles conversaram naquele dia,e passaram a conversar todos os demais,e agora ela olhava para aquele garoto que ela estimava com agradecimento,porque se ele não tivesse dado um fora nela,ela nunca haveria encontrado o amor de sua vida. Indiscret-a with Entorpecida

en-t0rpecida:

Uma menina tão simples, desejava tão pouco, só queria ser feliz com o tal príncipe encantado que ela sonhava todas as noites, achava ela aquilo um pedido tão simples de se resolver, afinal ela já havia escolhido o amado, o menino da escola, aquele do sorriso cativante e encantador. Pedia ela todas as noites para que na manhã seguinte algo acontecesse, mas o pequeno quase nunca à notava. Mesmo assim sem perder as esperanças ela todos os dias acordava sonhando cheia de esperanças com uma chance de uma possível conversa, arrumava-se, perfumava-se parecia uma devida princesa para aquele nobre dono de seu coração, mas nada. As coisas pareciam não fluir para esse romance. Um dia na volta para casa, viu ele aos beijos com uma menina mais velha. Nunca sentiu nada como aquilo, uma vontade de sumir, uma dor ao mesmo tempo, e um medo desesperador de não poder ter nenhuma chance com ele talvez. Sentia-se totalmente trocada, mas logo pensava “Mas ele se quer me conhece, me viu algumas vezes no corredor do colégio e eu sinto uma dor como se tivesse sido traída”. Sim, coitada, aquele era seu primeiro amor e como na maioria das vezes, incorrespondido. […] Ela já não sabia o que fazer,não conseguia esquecer aquela cena,não conseguia parar de pensar nele,não conseguia livrar-se da dor que havia a tomado apartir do momento em que o viu beijando outra.Tudo o que ela mais queria era esquecê-lo mas como podia fazer isto se continuaras o admirando,continuaras o querendo,amando-o.Então de noite,baixinho,debaixo das cobertas,ela chorou olhando as fotos que tinha dele em seu celular,olhando seu caderno cheio de textos pra ele,que ela nunca havia tido coragem de entregar, e ela se perguntava “Porque eu não tive coragem de falar com ele antes ? poderia ser eu no lugar dela” e essa pergunta martelava em sua cabeça,e continuou a atormentá-la por semanas.Até que um ela acordou de manhã disposta a falar com ele,disposta a se dar uma chance. Assim ela fez,ao chegar no colégio foi direto ao armário dele,porém no caminho esbarrou com um velho amigo,mas ela não ligava pra ele,ele era um puxa saco,ele perguntou pra ela se ela havia visto o bilhete que ele havia deixado, e ela querendo livrar-se dele,disse que não,nem perguntou do que se tratava,ela saiu rápido pra conseguir pegar o garoto de seus sonhos antes que começasse a aula.Ela falou com ele, e entregou-lhe seus textos,e pediu para que ele os lê-se com carinho,e ele com uma cara meio que zombando dela disse que sim.Naquele dia ela voltou pra casa com um sorriso de orelha a orelha,quase saltitando de tanta felicidade,ela achava que tinha conseguido conquistá-lo,e que eles ficariam juntos.Quando ela chegou em casa sua mãe lhe entregou uma carta,e ela subiu para o seu quarto pra abri-la.Sentada em sua cama ela começou a ler a carta,e já no meio começou a chorar,a carta era daquele menino que havia a parado no corredor e dizia mais ou menos assim “Sabe eu fico te olhando todas as aulas que nós temos juntos,toda vez que você passa eu acho que você vai falar comigo, mas você nem me nota.Sou apaixonado por você desde a quinta série,e você se lembra aquele dia que você voltou chorando pra casa ? eu fiquei tão angustiado,não sabia o que você tinha,mas minha vontade era de te abraçar,te cuidar.Daquele dia em diante resolvi falar com você,te conhecer melhor,fiquei criando coragem por semanas,mas eu não sabia como explicar o que eu sinto por você,eu ao menos falei com você e já te amo tanto,então resolvi escrever essa carta, essa é minha ultima tentativa,se você quiser me conhecer apareça amanha 12:00 enfrente ao portão principal, do garoto que te ama mais que tudo.”  Ela não sabia o que fazer,ela nunca havia pensado em algo sério com aquele menino,mas também nunca havia tido nenhum demonstração de carinho e amor, ela não sabia se iria encontrá-lo no portão,passou a noite inteira pensando e resolveu não ir. […] Quando chegou na escola no outro dia de manha, seu “príncipe encantado” estava a esperando, e ele deu um fora nela, na frente de todos,e então ela foi para o banheiro chorar e permaneceu ali até a aula acabar. Quando deu 12:00 deu o toque de encerramento,e ela saiu,com os olhos inchados do banheiro, e quando ela passou pelo portão, o garota da carta estava lá,a esperando, ele abriu um sorriso enorme e ela olhou pra baixo,não queria vê-lo,mas ele se aproximou dela,e deu um oi bem singelo, e ela correspondeu com um sorriso meio torto,e eles conversaram naquele dia,e passaram a conversar todos os demais,e agora ela olhava para aquele garoto que ela estimava com agradecimento,porque se ele não tivesse dado um fora nela,ela nunca haveria encontrado o amor de sua vida. Indiscret-a with Entorpecida

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Uma menina tão simples, desejava tão pouco, só queria ser feliz com o tal príncipe encantado que ela sonhava todas as noites, achava ela aquilo um pedido tão simples de se resolver, afinal ela já havia escolhido o amado, o menino da escola, aquele do sorriso cativante e encantador. Pedia ela todas as noites para que na manhã seguinte algo acontecesse, mas o pequeno quase nunca à notava. Mesmo assim sem perder as esperanças ela todos os dias acordava sonhando cheia de esperanças com uma chance de uma possível conversa, arrumava-se, perfumava-se parecia uma devida princesa para aquele nobre dono de seu coração, mas nada. As coisas pareciam não fluir para esse romance. Um dia na volta para casa, viu ele aos beijos com uma menina mais velha. Nunca sentiu nada como aquilo, uma vontade de sumir, uma dor ao mesmo tempo, e um medo desesperador de não poder ter nenhuma chance com ele talvez. Sentia-se totalmente trocada, mas logo pensava “Mas ele se quer me conhece, me viu algumas vezes no corredor do colégio e eu sinto uma dor como se tivesse sido traída”. Sim, coitada, aquele era seu primeiro amor e como na maioria das vezes, incorrespondido. […] Ela já não sabia o que fazer,não conseguia esquecer aquela cena,não conseguia parar de pensar nele,não conseguia livrar-se da dor que havia a tomado apartir do momento em que o viu beijando outra.Tudo o que ela mais queria era esquecê-lo mas como podia fazer isto se continuaras o admirando,continuaras o querendo,amando-o.Então de noite,baixinho,debaixo das cobertas,ela chorou olhando as fotos que tinha dele em seu celular,olhando seu caderno cheio de textos pra ele,que ela nunca havia tido coragem de entregar, e ela se perguntava “Porque eu não tive coragem de falar com ele antes ? poderia ser eu no lugar dela” e essa pergunta martelava em sua cabeça,e continuou a atormentá-la por semanas.Até que um ela acordou de manhã disposta a falar com ele,disposta a se dar uma chance. Assim ela fez,ao chegar no colégio foi direto ao armário dele,porém no caminho esbarrou com um velho amigo,mas ela não ligava pra ele,ele era um puxa saco,ele perguntou pra ela se ela havia visto o bilhete que ele havia deixado, e ela querendo livrar-se dele,disse que não,nem perguntou do que se tratava,ela saiu rápido pra conseguir pegar o garoto de seus sonhos antes que começasse a aula.Ela falou com ele, e entregou-lhe seus textos,e pediu para que ele os lê-se com carinho,e ele com uma cara meio que zombando dela disse que sim.Naquele dia ela voltou pra casa com um sorriso de orelha a orelha,quase saltitando de tanta felicidade,ela achava que tinha conseguido conquistá-lo,e que eles ficariam juntos.Quando ela chegou em casa sua mãe lhe entregou uma carta,e ela subiu para o seu quarto pra abri-la.Sentada em sua cama ela começou a ler a carta,e já no meio começou a chorar,a carta era daquele menino que havia a parado no corredor e dizia mais ou menos assim “Sabe eu fico te olhando todas as aulas que nós temos juntos,toda vez que você passa eu acho que você vai falar comigo, mas você nem me nota.Sou apaixonado por você desde a quinta série,e você se lembra aquele dia que você voltou chorando pra casa ? eu fiquei tão angustiado,não sabia o que você tinha,mas minha vontade era de te abraçar,te cuidar.Daquele dia em diante resolvi falar com você,te conhecer melhor,fiquei criando coragem por semanas,mas eu não sabia como explicar o que eu sinto por você,eu ao menos falei com você e já te amo tanto,então resolvi escrever essa carta, essa é minha ultima tentativa,se você quiser me conhecer apareça amanha 12:00 enfrente ao portão principal, do garoto que te ama mais que tudo.”  Ela não sabia o que fazer,ela nunca havia pensado em algo sério com aquele menino,mas também nunca havia tido nenhum demonstração de carinho e amor, ela não sabia se iria encontrá-lo no portão,passou a noite inteira pensando e resolveu não ir. […] Quando chegou na escola no outro dia de manha, seu “príncipe encantado” estava a esperando, e ele deu um fora nela, na frente de todos,e então ela foi para o banheiro chorar e permaneceu ali até a aula acabar. Quando deu 12:00 deu o toque de encerramento,e ela saiu,com os olhos inchados do banheiro, e quando ela passou pelo portão, o garota da carta estava lá,a esperando, ele abriu um sorriso enorme e ela olhou pra baixo,não queria vê-lo,mas ele se aproximou dela,e deu um oi bem singelo, e ela correspondeu com um sorriso meio torto,e eles conversaram naquele dia,e passaram a conversar todos os demais,e agora ela olhava para aquele garoto que ela estimava com agradecimento,porque se ele não tivesse dado um fora nela,ela nunca haveria encontrado o amor de sua vida. Indiscret-a with Entorpecida

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Uma menina tão simples, desejava tão pouco, só queria ser feliz com o tal príncipe encantado que ela sonhava todas as noites, achava ela aquilo um pedido tão simples de se resolver, afinal ela já havia escolhido o amado, o menino da escola, aquele do sorriso cativante e encantador. Pedia ela todas as noites para que na manhã seguinte algo acontecesse, mas o pequeno quase nunca à notava. Mesmo assim sem perder as esperanças ela todos os dias acordava sonhando cheia de esperanças com uma chance de uma possível conversa, arrumava-se, perfumava-se parecia uma devida princesa para aquele nobre dono de seu coração, mas nada. As coisas pareciam não fluir para esse romance. Um dia na volta para casa, viu ele aos beijos com uma menina mais velha. Nunca sentiu nada como aquilo, uma vontade de sumir, uma dor ao mesmo tempo, e um medo desesperador de não poder ter nenhuma chance com ele talvez. Sentia-se totalmente trocada, mas logo pensava “Mas ele se quer me conhece, me viu algumas vezes no corredor do colégio e eu sinto uma dor como se tivesse sido traída”. Sim, coitada, aquele era seu primeiro amor e como na maioria das vezes, incorrespondido. […] Ela já não sabia o que fazer,não conseguia esquecer aquela cena,não conseguia parar de pensar nele,não conseguia livrar-se da dor que havia a tomado apartir do momento em que o viu beijando outra.Tudo o que ela mais queria era esquecê-lo mas como podia fazer isto se continuaras o admirando,continuaras o querendo,amando-o.Então de noite,baixinho,debaixo das cobertas,ela chorou olhando as fotos que tinha dele em seu celular,olhando seu caderno cheio de textos pra ele,que ela nunca havia tido coragem de entregar, e ela se perguntava “Porque eu não tive coragem de falar com ele antes ? poderia ser eu no lugar dela” e essa pergunta martelava em sua cabeça,e continuou a atormentá-la por semanas.Até que um ela acordou de manhã disposta a falar com ele,disposta a se dar uma chance. Assim ela fez,ao chegar no colégio foi direto ao armário dele,porém no caminho esbarrou com um velho amigo,mas ela não ligava pra ele,ele era um puxa saco,ele perguntou pra ela se ela havia visto o bilhete que ele havia deixado, e ela querendo livrar-se dele,disse que não,nem perguntou do que se tratava,ela saiu rápido pra conseguir pegar o garoto de seus sonhos antes que começasse a aula.Ela falou com ele, e entregou-lhe seus textos,e pediu para que ele os lê-se com carinho,e ele com uma cara meio que zombando dela disse que sim.Naquele dia ela voltou pra casa com um sorriso de orelha a orelha,quase saltitando de tanta felicidade,ela achava que tinha conseguido conquistá-lo,e que eles ficariam juntos.Quando ela chegou em casa sua mãe lhe entregou uma carta,e ela subiu para o seu quarto pra abri-la.Sentada em sua cama ela começou a ler a carta,e já no meio começou a chorar,a carta era daquele menino que havia a parado no corredor e dizia mais ou menos assim “Sabe eu fico te olhando todas as aulas que nós temos juntos,toda vez que você passa eu acho que você vai falar comigo, mas você nem me nota.Sou apaixonado por você desde a quinta série,e você se lembra aquele dia que você voltou chorando pra casa ? eu fiquei tão angustiado,não sabia o que você tinha,mas minha vontade era de te abraçar,te cuidar.Daquele dia em diante resolvi falar com você,te conhecer melhor,fiquei criando coragem por semanas,mas eu não sabia como explicar o que eu sinto por você,eu ao menos falei com você e já te amo tanto,então resolvi escrever essa carta, essa é minha ultima tentativa,se você quiser me conhecer apareça amanha 12:00 enfrente ao portão principal, do garoto que te ama mais que tudo.”  Ela não sabia o que fazer,ela nunca havia pensado em algo sério com aquele menino,mas também nunca havia tido nenhum demonstração de carinho e amor, ela não sabia se iria encontrá-lo no portão,passou a noite inteira pensando e resolveu não ir. […] Quando chegou na escola no outro dia de manha, seu “príncipe encantado” estava a esperando, e ele deu um fora nela, na frente de todos,e então ela foi para o banheiro chorar e permaneceu ali até a aula acabar. Quando deu 12:00 deu o toque de encerramento,e ela saiu,com os olhos inchados do banheiro, e quando ela passou pelo portão, o garota da carta estava lá,a esperando, ele abriu um sorriso enorme e ela olhou pra baixo,não queria vê-lo,mas ele se aproximou dela,e deu um oi bem singelo, e ela correspondeu com um sorriso meio torto,e eles conversaram naquele dia,e passaram a conversar todos os demais,e agora ela olhava para aquele garoto que ela estimava com agradecimento,porque se ele não tivesse dado um fora nela,ela nunca haveria encontrado o amor de sua vida. Indiscret-a with Entorpecida